sábado, 21 de março de 2009
Verdade Desportiva
http://sic.aeiou.pt/online/noticias/desporto/especiais/verdadedesportiva/
Para quem não sabe, que devem ser poucos, o Grande especialista em Futebol a que me referi na primeira linha é o Rui Santos. Eu como adepto de futebol dirigi-me à página conforme pedido a fim de assinar a petição. Contudo, a petição visa introduzir tecnologias e coisas desse género no futebol. O que não deixa de ser louvável, mas eu esperava algo mais profundo, como acabar com os comentários do Rui Santos na Televisão.
Assim, venho lançar uma petição para que o programa Tempo Extra da SIC passe a contar com comentários decentes o que significa mudarem d comentador.
Por isso aqui vai.
Regras de adesão, por uma questão de credibilidade do movimento e de protecção de quem assina:
1. Assine com pelo menos dois dos seus nomes;
2. Não se aceitam 'anónimos'.
OBJECTIVO:
DEFESA DA VERDADE DESPORTIVA
COMO:
ACABANDO COM OS COMENTÁRIOS DESPORTIVOS DO RUI SANTOS.
ONDE:
NO PROGRAMA TEMPO EXTRA DA SIC NOTÍCIAS.
PORQUÊ:
PORQUE A INDÚSTRIA DO FUTEBOL MOVIMENTA MILHÕES?
PORQUE OS CLUBES OU SAD NECESSITAM DE FAZER APOSTAS CADA VEZ MAIS SEGURAS E PONDERADAS FACE AO CENÁRIO DE CRISE?
PORQUE OS CLUBES OU SAD NÃO PODEM CONTINUAR A SUPORTAR PREJUÍZOS DECORRENTES DE FACTORES EXTERNOS?
PORQUE É PRECISO DIMINUIR O RUÍDO EM BENEFÍCIO DO JOGO E DA SUA QUALIDADE?
NADA DISSO, APENAS PORQUE O RUI SANTOS NÃO PERCEBE NADA DE FUTEBOL.
ASSINE E REENVIE PARA O MÁXIMO DE PESSOAS POSSÍVEIS PARA ACABARMOS COM ESSA CALAMIDADE QUE SÃO OS COMENTÁRIOS DO RUI SANTOS.
1- António Frazão
2-
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
Sérgio Paulinho
"Algumas pessoas não compreendem o facto de não ter ido aos Jogos, mas não fui por problemas de saúde. Não podia correr sem medicação para a asma, já que o Comité Olímpico Internacional (COI) não o permite", disse Paulinho, garantindo que a presença em Pequim era um dos seus objectivos.
Medalha de prata em Atenas2004 na prova de estrada, Sérgio Paulinho anunciou a ausência nos Jogos Olímpicos deste ano a poucos dias do evento, depois de ter estado incluído no Projecto Pequim durante quatro anos, com uma bolsa de 1.250€ mensais.
Sérgio Paulinho mostrou-se ainda agradado com a participação lusa em Pequim, voltando a lamentar a sua ausência.
"Foi uma participação positiva, com o ouro de Nelson Évora e a prata da Vanessa (Fernandes). Penso que todos os atletas estiveram bem. O Gustavo Lima fez um quarto lugar e ainda houve boas classificações no judo. Penso que correu tudo bem."
Eu também lamento que existam mal-entendidos, porque se um desportista recebe 1.250€ mensais, o que equivale a 60.000€ ao fim de quatro anos, para se preparar para uma competição tem de participar nela, em vez de ficar em casa. Mas se não podia ir, deveria ter a decência de devolver o dinheiro, algo que já se sabe que não fará.
Além disso, o homem não deve ter visto os mesmos Jogos do que eu, porque nem todos os atletas estiveram bem, a começar por ele, por isso não percebo como é que ele tem coragem para dizer que correu tudo bem.
As desculpas
Os Jogos Olímpicos terminaram e eu ainda me sinto à deriva depois de ter passado mais de duas semanas a ver e a ouvir a participação portuguesa em Beijing.
Adorei a participação portuguesa na mais importante competição desportiva do Mundo, podemos não ter alcançado os objectivos, mas sabemos que a culpa não foi nossa.
Passámos de bestas a bestiais de um dia para o outro. Para tal bastou que o Nelson Évora saltasse a 17,67m para dentro de uma caixa de areia. Assim, tivemos a nossa quarta medalha de ouro em XXIX edições dos Jogos Olímpicos.
Mas, apesar deste grande contratempo, os nossos atletas conseguiram manter um elevado nível de desculpas para não terem conseguido chegar às medalhas ou para terem ficado longe do apuramento para a fase seguinte da sua categoria.
Eis a lista das desculpas:
“Não tivemos uma competição justa. Lutei um pouco contra os árbitros. Saí com vontade de rir. Pensei que estava a lutar contra quatro pessoas. Mas nem quero dar isso como desculpa.” - Telma Monteiro (Judo) - cá está, uma pessoa que não quer dar a desculpa que a culpa é dos árbitros, o que revela profissionalismo da parte dela;
“Não vale a pena dada a forte concorrência africana.” - Jessica Augusto (5.000mAtletismo) – bem pensado, a atleta decidiu não participar na prova para a qual se tinha preparado nos últimos quatro anos, assim tirou o prazer às adversárias de lhe ganharem;
“Fiquei bloqueado ao ver o estádio olímpico cheio.” - Arnaldo Abrantes (200m Atletismo) - sacanas dos chineses, para bloquear o nosso atleta resolveram encher o estádio olímpico, coisa nunca vista nas edições anteriores dos Jogos;
"Estava bem, fiz o aquecimento bem. A única explicação é que, infelizmente, não sou muito dada a este tipo de competições.” - Vânia Silva (Lançamento do Martelo) - estava tudo bem, mas ela não é dada a este tipo de competições... esta não consigo perceber;
"Não me consegui adaptar ao lado do pavilhão onde joguei, havia um pouco de vento." Marco Gonçalves (badminton) - aparentemente os chineses fizeram um pavilhão no qual circula vento, acho estranho que tal aconteça, mas havendo vento este não afectou o outro jogador?!;
"Não estive no meu melhor, as dores de cabeça também não ajudaram." Ana Moura (badminton) - uma desculpa à mulher;
"Fizemos um aquecimento muito bom, estávamos os dois muito descontraídos, mas, quando entrei no recinto, percebi logo que a égua estava com medo." Miguel Ralão Duarte (hipismo) -fantástico, devido ao medo que a égua mostrou do ecrã instalado no recinto, ele decidiu não participar, nem consigo comentar;
“De manhã, só é bom é na caminha, pelo menos para mim.” - Marco Fortes (Lançamento do Peso) - como é que queriam que ele conseguisse obter um bom resultado ao colocarem a prova de manhã, aposto que ele não sabia com antecedência que tinha de competir de manhã.
A prestação menos conseguida dos portugueses parecia estar a provocar danos, tendo o presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, anunciado que não pretendia se recandidatar devido a ter falhado o objectivo que delineou para os jogos: três a quatro medalhas e 60 pontos. Mas, depois percebeu que afinal esta tinha sido a nossa melhor participação de sempre, e agora já diz que a declaração que proferiu foi precipitada. Aconselho-o a ficar calado para a próxima.